Artigos e Entrevistas

Peck Advogados na 8ª edição do Security Leaders


Mais um ano o #PeckAdvogados esteve presente no Security Leaders, congresso que reúne líderes de Tecnologia e Segurança da Informação para troca de experiências, networking, apresentação de estudos de casos e das principais inovações no mercado. Desta vez, o escritório por meio de sua sócia-fundadora, Dra. Patricia Peck, foi o curador de #DireitoDigital na condução do novo espaço “Education & Law”. Para trazer mais conhecimento para os participantes, foi escolhida a metodologia de apresentações através de estudos de casos de empresas que estão realizando Transformação Digital com o compliance do Direito Digital, garantindo lotação máxima durante o dia todo.

Acesse abaixo e faça o download das apresentações dos especialistas:

1) PIA – Plano de Resposta a Incidentes de SI
Marcelo Crespo, sócio do Peck Advogados e Roberta Codignoto, Head of Legal & Compliance Latam da Staples
Abrindo as atividades do dia, os profissionais da área de compliance chamaram atenção para o fato de que mesmo com o número crescente de ocorrências, muitas empresas ainda não possuem Plano de Resposta a Incidentes de Segurança da Informação. Quando enfrentam problemas, essas corporações perdem tempo, dinheiro e têm a reputação afetada instantaneamente. “É incrível como, apesar de constante presença na mídia, muitos ainda não se deram conta da importância de terem planos de resposta”.

2) PIA – Privacy Risk Assessment
Dra. Patricia Peck, sócia-fundadora do Peck Advogados e Bernardo Malta, Legal Counsel da Zenvia Mobile
O segundo painel do dia teve como tema os desafios atuais das empresas na proteção da propriedade das bases de dados. Os especialistas destacaram a importância de investir em tecnologia, processos e em pessoas para acompanhar as mudanças e os avanços das inovações tecnológicas em um contexto ético e sustentável. “A empresa e seus fornecedores de TI estão compliance as novas regulamentações? Já fez o Privacy Risk Assessment e Due Dilligence para Compliance Digital?”, questiona a Dra. Patricia Peck.

3) Inovação tecnológica e a Ciber Segurança no Segmento Educacional
Dra. Cristina Sleiman, sócia da Peck Sleiman EDU, e Valdenice Minatel, do Colégio Dante Aliguieri
Durante a apresentação, as educadoras enalteceram a importância da atuação das escolas em prol da educação digital, principalmente implementando projetos com base no desenvolvimento de competências que permitam o aluno a identificar situações de risco no uso das tecnologias e consequentemente a tomar decisões mais seguras, a partir de exemplos com os trabalhos desenvolvidos  em ambas instituições.

4) O que prever nos contratos de Cloud para atender exigências de Ciber Segurança e Disaster Recover
Ao falar sobre contratos de cloud computing, os painelistas afirmaram que atualmente os principais desafios da área envolvem a Segurança Cibernética e o Disaster Recovery em questões como o tempo de resposta a incidentes, a disponibilidade, a confidencialidade, a territorialidade e a recuperação de dados. Na opinião da Dra. Caroline Teófilo, essas questões precisam estar previstas no contrato de prestação de serviços, sendo fundamental a elaboração deste documento em parceria com o jurídico, a área de tecnologia da informação e o negócio.

5) Quem vigia o vigilante: a ética aplicada à TI
Dr. Leandro Bissoli, sócio do Peck Advogados e Janet Donio, gerente de TI da Vicunha Têxtil
Quase encerrando as atividades, o penúltimo painel teve intensa participação dos presentes, interessados nas mudanças após a entrada em vigor da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017). A partir de exemplos de reclamações trabalhistas, procedentes e improcedentes, os especialistas falaram sobre o Código de Ética do Profissional de Informática e boas práticas de Governança Corporativa, a partir de exemplos de caso envolvendo padrões de segurança e sigilo dos registros, dados pessoais e comunicações privadas.

6) Mobilidade da Força de Trabalho
Dr. Márcio Chaves, sócio do Peck Advogados
O home office surge como uma resposta aos problemas enfrentados pelo desenvolvimento das grandes cidades como o alto custo de vida, trânsito, dificuldade de locomoção e necessidade de redução de despesas. Nesse sentido, o aumento do trabalho remoto e da mobilidade vem gerando mais negócios. Mas esse cenário pede que as empresas tenham vacinas legais (cláusulas contratuais embebidas nas próprias ferramentas) para mitigar riscos, como bem lembrou o Dr. Márcio Chaves. “Pode haver o monitoramento das informações e dos ambientes físicos e lógicos da empresa? Sim, desde que haja o aviso prévio, visível e objetivo do monitoramento e obrigação expressa do uso do recurso corporativo apenas para finalidade profissional.”