Artigos e Entrevistas

PPP News: o crime quase perfeito ou a próxima grande ameaça digital

Uma onda recente de ataques digitais conhecida como ransomware está causando prejuízo a pessoas e empresas. O ataque consiste em sequestrar os dados digitais de computadores e smartphones e exigir o pagamento para devolvê-los, normalmente na moeda virtual bitcoin. O alvo principal hoje são pequenas e médias empresas, mas os golpes já estão migrando para dentro de nossas casas. Reportagem da Revista Época aponta que o sequestro de dados de pessoas e empresas é a próxima grande ameaça digital por uma razão assustadora: é quase impossível rastrear os criminosos. Na opinião da Dra. Caroline Teófilo, sócia do PPP Advogados, eles estão sempre um passo à frente das autoridades e empresas de segurança. Leia AQUI a matéria na íntegra.

Feed da Peck
Nesta edição, a Dra. Patricia Peck comenta as decisões mundiais mais recentes envolvendo a Guerra dos Dados, desde a deliberação dos Estados Unidos de revogar uma norma de proteção até os projetos que tratam do tema no Brasil. “De um lado, a liberdade total dos Estados Unidos; do outro, a visão protecionista da Europa; e no meio está o Brasil, ainda decidindo qual posicionamento será tomado com a legislação”. A advogada também fala sobre as novas táticas dos cibercriminosos e reforça a importância dos comportamentos seguros. Ouça o podcast AQUI.

De Olho no Mercado
Doutoranda em Direito Comercial pela Universidade de São Paulo (USP), a Dra. Alessandra de Azevedo é especialista em Direito Empresarial Estratégico, um segmento que “observa as estruturas familiares, setoriais e negociais, a fim da identificação de oportunidades de melhorias e da sugestão de soluções”. Acompanhe nesta entrevista mais detalhes técnicos sobre a área, com o depoimento da advogada que é sócia do FNA Advogados e que desde 2010 atua como  professora convidada da FGV-Law e da Escola Superior de Advocacia em Direito dos Contratos e Direito Societário.

Autor Convidado
Neste mês, quem contribui com a nossa coluna é a sócia-fundadora do PPP Advogados, Dra. Patricia Peck Pinheiro. O artigo é sobre a importância de ferramentas como o controle parental, funcionalidade disponível em diversos sistemas que abrange diferentes opções programáveis e auxilia na desafiadora tarefa de mitigar os riscos que os menores estão expostos na gigantesca rua da Internet. Leia AQUI o texto completo. 

Digitou, enviou, virou barraco
Matéria da revista Veja aborda como a proximidade virtual de pessoas com pouco ou nada em comum nos grupos de WhatsApp favorece desentendimentos. “Em uma conversa olho no olho, é possível captar o tom, as expressões, o que é dito com ironia; no aplicativo, não. O que era brincadeira pode ser entendido como ofensa”, afirma a a Dra. Patricia Peck. Os casos que chegam ao PPP Advogados envolvendo desentendimentos em grupos digitais aumentaram 130% entre 2013 e 2016. Leia AQUI a reportagem completa e saiba mais sobre essas ocorrências.

Barraco virtual: veja como evitar brigas nos grupos de mensagens
Em entrevista ao programa Domingo Espetacular, o Dr. Leandro Bissoli, sócio do PPP Advogados, fala sobre o crescimento dos desentendimentos digitais nos grupos de WhatsApp. “A recomendação é ter cuidado ao usar esse canal para brigar. Reflita bem antes de escrever, e tenha a certeza que aquele texto vai ser interpretado da maneira pretendida”. Para evitar problemas, inclusive jurídicos, o advogado detalha que é importante pensar sobre as melhores formas de se expressar nesses canais, evitando discórdias com outros usuários. Assista AQUI a reportagem da TV Record.

CBF violou lei ao vazar CPF de atletas em site. Marco Civil prevê até multa
Pelo art. 7 do Marco Civil, todos os usuários de internet têm direito ao “não fornecimento a terceiros de seus dados pessoais, inclusive registros de conexão, e de acesso a aplicações de internet, salvo mediante consentimento salvo mediante consentimento livre, expresso e informado ou nas hipóteses previstas em lei”, como explica o sócio do PPP Advogados, Dr. Márcio Chaves. O especialista afirma que o art. 12 prevê punições que neste caso poderiam ser aplicadas à CBF. Acompanhe AQUI a íntegra do caso.